sábado, 30 de junho de 2018
Aprendendo, aprendendo
Não é que já é Copa de novo? Não que eu só apareça por aqui a cada duas copas, mas, simplesmente, que, nestes últimos anos, minha vida revirou diversas vezes. Virou de ponta cabeça, voltou a ser o que era, gente chegando, gente saindo. Mas algo foi constante: não parei mais de aprender. Tear, feltragem, tingimento e estamparia natural de tecidos, e por aí afora. Mas foi quando aprendi a feltrar que, de fato, me emocionei. Vou publicar aqui algumas das muitas coisas que fiz nesse período. Espero que gostem.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Ah, Mário Quintana...
O LAÇO E O ABRAÇO
Meu Deus! Como é engraçado! Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... uma fita dando voltas. Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço. É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço. É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço. E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando...devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço. Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido. E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita. Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora,deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade. E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços. E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço. Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam. Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
Meu Deus! Como é engraçado! Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... uma fita dando voltas. Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço. É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço. É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço. E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando...devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço. Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido. E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita. Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora,deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade. E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços. E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço. Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam. Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Bijus da Copa
Você vai usar uma camisa larga, comprida, prá fora das calças, com o nome do Ronaldo escrito nas costas? Ou prefere uma camiseta básica, branquinha, com uma linda biju verde-amarela?
Se prefere a segunda opção, vá até o Absoluto Café, na Rua São Manoel, 341, loja 6, fale com a Célia e veja a coleção da Copa das bijuterias da Alice.
Aproveite e tome um gostoso café, uma torta ou mesmo um almoço especial.
Se prefere a segunda opção, vá até o Absoluto Café, na Rua São Manoel, 341, loja 6, fale com a Célia e veja a coleção da Copa das bijuterias da Alice.
Aproveite e tome um gostoso café, uma torta ou mesmo um almoço especial.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Novos quadros da Marlene
Por enquanto, atualizando os slides dos quadros da Marlene, com a nova produção. Nem todos estão aí, porque ela tem vendido antes de conseguirmos fotografar. Já tem até encomenda de empresa. Viram só que legal?
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Nem acredito!
Que faz um ano que não atualizo o blog. Mas isso não significa que não estou trabalhando. Pelo contrário! Agora, inclusive, aproveitando as lições de tricô que minha mãe me deu e as quais, na época, eu nem valorizava muito. Simplesmente, veio tudo na minha memória (ainda bem que está funcionando).
sábado, 6 de setembro de 2008
sexta-feira, 30 de maio de 2008
O primeiro "sucesso de vendas"
Eu olhei aquele colar no pescoço da Letícia (minha querida filha mais velha) e pensei: eu faço igual. E fiz. Fiz variações em torno do modelo. Não sei quem criou a idéia, porque ela ganhou o colar de presente do amigo secreto na empresa onde trabalha, em Belo Horizonte. Só sei que foi um sucesso. E, agora, a Tícia não tem mais uma exclusividade.
Vamos vender?
Artesanato passou a ser um assunto constante nos encontros familiares, em especial com irmã, cunhada, comadre, etc. E novas descobertas: uma faz crochê e tricô, outra pinta, outra ainda faz lindas bolsas de tecido. Com a venda dos primeiros colares, surge, naturalmente, a idéia de vender mais, de vender todas as nossas produções. Para isso, concluímos que, antes de mais nada, precisávamos divulgar nosso trabalho. Somos mulheres modernas e atualizadas (a idade não tem a ver). Além disso, algumas de nós trabalhamos com marketing e comunicação, logo, a idéia de usar a Internet como meio foi automática. Portanto, aqui estamos
segunda-feira, 26 de maio de 2008
ENCONTRO DE PRENDAS
Dizem que temos habilidades e dons que nem nós imaginamos. Assim aconteceu com a prenda Alice. Daí ela descobriu outras prendas que vêem no artesanato, no criar, uma forma de expressão e uma terapia.
Todas nós fizemos nossas peças porque gostamos. Estamos, sempre, vasculhando nossa alma a procura de sentimentos bons que resultam em coisas bonitas. Então, as peças que produzidas carregam um pouco da alma de cada uma de nós.
Todas nós fizemos nossas peças porque gostamos. Estamos, sempre, vasculhando nossa alma a procura de sentimentos bons que resultam em coisas bonitas. Então, as peças que produzidas carregam um pouco da alma de cada uma de nós.
domingo, 25 de maio de 2008
Saindo da garagem
Começou na garagem, onde encontrei uma caixa de contas para fazer colar. Tratava-se de um material que meu marido usava nos cursos de Empreendedorismo que ministrava no Sebrae. Inicialmente, não sabia o que fazer com aquilo. Depois, vendo que lindas eram as contas, pensei: bom, vou fazer uns colares para eu usar. Os parentes e amigos (principalmente "AS") gostaram do que fiz e me incentivaram a continuar. Fiquei motivada e passei a elaborar melhor as peças. O interesse pelo assunto faz a gente observar melhor tudo que a ele se relaciona. Então, comecei a ver revistas, observar o que as pessoas usam e o que está exposto nas vitrines. Agora, já estou fazendo peças bem bonitas e comecei a vendê-las. O mais interessante de tudo isso é que nunca me imaginei fazendo trabalhos manuais. Sempre achei que fosse completamente inábil para isso. Tanto que minha mãe tentou ensinar-me crochê e tricô... e não conseguiu! E, agora, sinto tanto prazer em tecer os colares! Espero que outras pessoas também gostem deles.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
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